A corrida pelo Palácio do Planalto ganhou as ruas oficialmente neste domingo (16). Com o aval da Justiça Eleitoral, os postulantes à Presidência da República deram início às suas agendas de campanha, marcando o começo de uma disputa que promete ser intensa até o primeiro turno, em 4 de outubro.
Lula volta às origens no ABC paulista
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) escolheu um cenário simbólico para dar o pontapé inicial em sua busca pela reeleição: o Estádio da Vila Euclides, em São Bernardo do Campo. Em um discurso focado na mobilização da militância e no contraste entre gestões, o petista reforçou as bandeiras sociais e a defesa da soberania nacional, reafirmando seu compromisso com a reconstrução de políticas públicas.
Flávio Bolsonaro aposta na força do PL no Rio
Na Praia de Copacabana, o senador Flávio Bolsonaro (PL) lançou sua candidatura ao lado de seu vice, Alfredo Gaspar. Sob a bandeira de defender o legado de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, o candidato focou seu discurso em temas como segurança pública, promessas de mudanças no Judiciário e um plano econômico voltado ao corte de gastos e redução de cargos públicos.
Caiado reforça foco em Goiás
O ex-governador Ronaldo Caiado (PSD) iniciou sua campanha percorrendo cidades estratégicas do Entorno do Distrito Federal. Com forte apelo regional, Caiado marcou posição contra o PT, afastando qualquer possibilidade de alinhamento com a esquerda, e reforçou sua experiência na gestão pública como diferencial para o comando do país.
Zema, Cury e outros nomes entram na disputa
Romeu Zema (Novo) focou sua agenda em Minas Gerais, pregando uma gestão técnica e sem corrupção. Já Augusto Cury (Avante) apostou em uma mensagem focada na família e na responsabilidade, enquanto Hertz Dias (PSTU) levantou a bandeira dos trabalhadores, propondo a reestatização de empresas estratégicas. A lista de candidatos ainda inclui nomes como Samara Martins (UP) e Edmilson Costa (PCB), que utilizaram atos presenciais e plataformas digitais para conectar suas propostas com o eleitorado.
As atividades de campanha, incluindo comícios, estão autorizadas pela legislação eleitoral até a véspera do pleito, respeitando o horário limite das 24h para eventos presenciais.
Fonte: Agência Brasil. Edição: AM Direto.
Foto da capa: Reprodução / Agência Brasil.

