Uma noite de gala para o audiovisual brasileiro
O Teatro Municipal do Rio de Janeiro foi palco, nesta terça-feira (4), da 25ª edição do Prêmio Grande Otelo, o evento mais aguardado do cinema nacional. A cerimônia reuniu grandes nomes da sétima arte para celebrar o melhor da produção audiovisual brasileira no último ano.
Empate histórico no topo
A categoria de Melhor Longa-Metragem de Ficção protagonizou um momento inédito na história da premiação. Os filmes “O Agente Secreto”, dirigido por Kleber Mendonça Filho, e “Manas”, de Marianna Brennand, dividiram o prêmio máximo da noite, consolidando-se como as obras de maior prestígio de 2026.
Destaques e conquistas
O grande volume de prêmios ficou com a cinebiografia de Ney Matogrosso, “Homem com H”, que levou seis estatuetas para casa. Logo atrás, o filme “Manas” brilhou com cinco vitórias, incluindo Melhor Direção para Marianna Brennand e Melhor Atriz Coadjuvante para a renomada Dira Paes.
Reconhecimento à autoria
A presidente da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Antonia Pellegrino, foi um dos destaques ao receber o prêmio de Melhor Roteiro Original por “Manas”. Ao lado de sua equipe de roteiristas, Pellegrino celebrou o sucesso do filme. Para a executiva, a obra representa a força da nova safra do cinema nacional, destacando a liderança feminina como um pilar central na construção desta narrativa que tem conquistado público e crítica ao redor do mundo.
O peso do Grande Otelo
Conhecido como o “Oscar brasileiro”, o Prêmio Grande Otelo é a honraria máxima da Academia Brasileira de Cinema. Em sua 25ª edição, a premiação reforça seu papel fundamental na valorização não apenas de longas-metragens, mas de toda a cadeia criativa que impulsiona o cinema e as produções seriadas no Brasil.
Fonte: Agência Brasil. Edição: AM Direto.
Foto da capa: Reprodução / Agência Brasil.

