Imbróglio trabalhista continua
A greve dos ferroviários da CPTM, que afeta diretamente o funcionamento das linhas 11, 12 e 13 na Grande São Paulo, foi confirmada para continuar após uma assembleia decisiva realizada na sede da CUT, no Brás. A categoria reforça que a paralisação é uma medida de pressão contra a incerteza profissional.
O motivo da discórdia
O centro do conflito gira em torno da privatização das linhas, repassadas à empresa Trivia em julho deste ano. Os trabalhadores exigem garantias formais de manutenção de seus postos de trabalho. Enquanto o governo estadual afirma que há compromissos para realocar os cerca de 1.300 funcionários ainda sem destino definido, os sindicatos alegam que faltam documentos legais e instrumentos que assegurem a estabilidade da categoria.
Impacto na rotina
O primeiro dia de greve já foi marcado por transtornos significativos. As linhas 11 e 12 operaram com capacidade reduzida, enquanto a linha 13 sofreu interrupções severas, operando apenas parcialmente durante a noite. Uma nova rodada de negociações e uma assembleia estão agendadas para a próxima quarta-feira (5), às 17h, para definir os rumos do movimento.
Fonte: Agência Brasil. Edição: AM Direto.
Foto da capa: Reprodução / Agência Brasil.

