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Tempestades no Rio Grande do Sul deixam quase 2,7 mil pessoas desalojadas

Brasil e Mundo

Cenário de destruição no Sul

O Rio Grande do Sul enfrenta um momento delicado após a passagem de uma forte frente fria que atingiu o estado. De acordo com a atualização mais recente da Defesa Civil, o número de desalojados já chega a 2.686 pessoas. O temporal castigou 117 municípios, deixando um rastro de destruição com quedas de árvores, postes de energia e diversos destelhamentos.

Esclarecimento sobre fenômenos

Diferente do que chegou a ser especulado, os estragos não foram causados por um ‘ciclone bomba’. O fenômeno, que se formou entre a Argentina e o Uruguai, deslocou-se pelo oceano sem provocar impactos severos no continente. A instabilidade atual é decorrente de uma linha de ventos e chuvas intensas associada à frente fria que atravessa a região.

Balanço de vítimas e danos

O impacto humano das tempestades é preocupante. Desde a última sexta-feira, foi confirmado um óbito — um motociclista que sofreu um acidente na rodovia RS-124, em Montenegro. Além disso, cinco pessoas ficaram feridas, incluindo um militar em Osório e um morador de Novo Hamburgo que se envolveu em um acidente com fios elétricos durante o vendaval.

Municípios mais afetados

A situação é crítica em diversas cidades. Minas do Leão lidera a lista com 500 pessoas desalojadas, seguida por Novo Hamburgo, com 480, e Sapiranga, com 360. A maioria das vítimas precisou buscar abrigo em casas de familiares ou amigos, enquanto apenas uma pessoa precisou de auxílio direto do poder público em Montenegro para encontrar um local seguro para pernoitar.


Fonte: Agência Brasil. Edição: AM Direto.
Foto da capa: Reprodução / Agência Brasil.

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