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Mutirão ‘Registre-se!’ leva emissão de documentos e casamento coletivo a Tabatinga a partir de segunda-feira

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O município de Tabatinga, no extremo do Alto Solimões, vira o centro de uma grande força-tarefa de cidadania a partir desta segunda-feira (20). O mutirão “Registre-se!”, coordenado pela Corregedoria-Geral de Justiça do Amazonas (CGJ-AM), chega à cidade para oferecer emissão gratuita de documentos e regularização civil para quem mais precisa.

Serviços disponíveis e atendimento

A ação acontece no Centro de Educação de Tempo Integral (Ceti) João Carlos Pereira dos Santos, com as portas abertas a partir das 8h. O mutirão se estende até a próxima quinta-feira (23), sendo que este último dia será reservado exclusivamente para o retorno de atendimentos pendentes.

Durante os quatro dias de evento, os moradores poderão realizar a emissão da nova Carteira de Identidade Nacional (CIN), solicitar a 1ª ou 2ª via da certidão de nascimento, obter declarações de nascido vivo e solicitar correções em registros. Além disso, o mutirão oferece suporte específico para a população imigrante que vive na região e a possibilidade de incluir a etnia no registro civil.

Casamento coletivo celebra união

Além da regularização documental, o projeto promove um momento especial para as famílias de Tabatinga. Já nesta segunda-feira (20), às 16h, ocorre um casamento coletivo no Auditório Amazônia Régia. A cerimônia, fruto de uma parceria entre a Prefeitura de Tabatinga e o cartório local, vai oficializar a união de cerca de 60 casais.

Combate ao sub-registro no Amazonas

O “Registre-se!” é uma iniciativa nacional do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que busca erradicar o sub-registro civil e garantir que todo cidadão tenha acesso aos seus direitos básicos por meio da documentação. Em 2026, o projeto já percorreu Manaus, Parintins e Barcelos, consolidando-se como uma das maiores ações de cidadania itinerante do estado.

A realização do mutirão em Tabatinga conta com um amplo apoio institucional, envolvendo a Prefeitura de Tabatinga, Defensoria Pública (DPE-AM), Receita Federal, Polícia Federal, Polícia Civil (por meio do Instituto de Identificação), Sejusc, Funai, além de agências internacionais como a Acnur e a OIM, garantindo que o atendimento chegue a todos os públicos, inclusive comunidades indígenas e populações vulneráveis.


Informações baseadas no portal G1 Amazonas.

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